16 Novembro, 2018
Trabalhadores do SAMS em greve no dia 27 novembro
A Direcção do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI), entidade patronal dos Serviços de Assistência Médico-Social (SAMS), continua apostada em acabar com a contratação coletiva e com os direitos dos trabalhadores ao seu serviço. Perante esta atitude, os Sindicatos decretaram esta semana, greve para o dia 27 de novembro.

 

Esta direção sindical presidida pelo Dr. Rui Riso, deputado e membro da Comissão Parlamentar do Trabalho, demonstra desta forma, incoerência e hipocrisia sindical, por não respeitar o direito à negociação e à contratação coletiva que tanto apregoa, por não responder novamente ao pedido de reunião enviado há mais de 2 semanas, subscrito por todos os Sindicatos e por ter unilateralmente encerrado os processos de Conciliação, no Ministério do Trabalho, sem qualquer justificação.

Perante esta atitude, os Sindicatos decretaram esta semana, Greve para o dia 27 de novembro estando já previstas outras ações e intervenções, que oportunamente serão anunciadas, caso a Direcção do SBSI não responda às legítimas reivindicações dos Trabalhadores, designadamente através da manutenção, do cumprimento e da finalização das negociações dos Instrumentos de Regulamentação Coletiva de Trabalho (IRCT), com todos os Sindicatos, assim como a suspensão dos requerimentos de caducidade dos mesmos, como prova da sua boa-fé negocial!

Os Sindicatos e a Comissão de Trabalhadores (CT) aguardam o agendamento de reuniões que pediram há cerca de 2 semanas, à Inspetora-Geral do Trabalho e ao Ministro do Trabalho, a quem vão expor as irregularidades e incumprimentos dos IRCT por parte da direção do SBSI. Vão ainda solicitar as suas intervenções para repor a legalidade e a manutenção dos IRCT até à finalização dos processos negociais.

Os Sindicatos e a CT estão ao lado dos Trabalhadores na defesa dos seus legítimos direitos e das suas convenções coletivas. Responsabilizam a Direcção do SBSI por toda a instabilidade e prejuízos que possam advir decorrente da ausência de diálogo social e do conflito que está a provocar.

Nota enviada à comunicação social a 16 de novembro 2018